Saia do básico! Conheça o universo interno do scanner.

Alguns equipamentos são necessários e essenciais tanto em ambientes corporativos quanto em home offices como, por exemplo, os scanners. A tecnologia do scanner está em todos os lugares e é usada de várias formas.

Os scanners de mesa são os mais versáteis e os mais usados. Os scanners de página são parecidos com os de mesa, mas o documento se move e a cabeça do scanner fica imóvel. O scanner de página tem os traços de uma impressora portátil. Quanto aos scanners de mão, eles utilizam a mesma tecnologia básica do scanner de mesa, mas dependem da manipulação do usuário ao invés de uma cinta motorizada. Este é um tipo de scanner que não oferece uma boa qualidade de imagem. No entanto, pode ser quebrar o galho para uma rápida captura de texto. E, por fim, porém não menos importante, os scanners cilíndricos são usados pela indústria editorial para capturar imagens incrivelmente detalhadas. Eles usam a tecnologia chamada de tubo fotomultiplicador (PMT). No PMT, o documento a ser digitalizado é montado em um cilindro de vidro. No centro do cilindro fica um sensor que divide a luz refletida do documento em três feixes. Cada feixe é enviado através de um filtro de cor para dentro do tubo fotomultiplicador onde a luz é transformada em um sinal elétrico.

O princípio básico do scanner é analisar e processar uma imagem. Após capturar a imagem e o texto (reconhecimento ótico de caracteres ou OCR) as informações serão salvas como arquivo em seu computador, podendo alterar ou aperfeiçoar a imagem, imprimi-la ou usá-la em sua página web.

Os princípios básicos aplicam-se à maioria das tecnologias de scanner, mas iremos focar nos scanner de mesa. As peças de um scanner de mesa são: sensor do dispositivo de carga acoplado (CCD), espelhos, cabeça de leitura, bandeja de vidro, lâmpada, lente, tampa, filtro, motor de passo, barra estabilizadora, cinta, fonte, porta(s) de interface e circuitos de controle.

A peça-chave do scanner é o sensor CCD, tecnologia mais comum para a captura de imagens . Esse sensor é um conjunto de minúsculos diodos sensíveis à luz, que convertem fótons (luz) em elétrons (carga elétrica). Estes diodos são chamados de photosites. De modo geral, cada photosite é sensível à luz, ou seja, quanto mais brilhante for a luz que atingir um determinado photosite, maior é a carga elétrica que se acumulará naquele ponto. Através de uma série de espelhos, filtros e lentes, a imagem do documento que você digitalizou chega ao sensor CCD.  é o mesmo.

O processo de digitalização:

O documento é colocado na bandeja de vidro e a tampa é fechada. A parte de dentro da tampa, na maioria dos scanners, é branca e plana, apesar de algumas serem pretas. Esse fundo serve para uniformizar e determinar o tamanho do documento a ser digitalizado. A maioria dos scanners de mesa permite que a tampa seja mantida aberta para que o usuário consiga digitalizar um objeto volumoso, como um livro grosso.

A lâmpada serve para iluminar o documento. Nos modelos atuais, as lâmpada usadas são fluorescente de cátodo frio (em inglês, CCFL) ou uma lâmpada de xenônio. A cabeça de leitura é formada por espelhos, lente, filtro e sensor CCD. Ela é movida lentamente pelo documento por uma cinta presa a um motor de passo. Ela é presa a uma barra estabilizadora para assegurar que não haja oscilação ou desvio na passagem, ou seja, a leitura completa do documento.

Em um jogo de espelhos, a imagem do documento é refletida de um espelho para o outro. Em alguns scanners, há somente dois espelhos, enquanto outros usam três. O último espelho reflete a imagem para uma lente, que foca a imagem através de um filtro no sensor CCD. Dependendo do scanner as posições do filtro e da lente variam . Alguns scanners usam o método de digitalização de três passagens. Cada passagem usa um filtro de cor diferente (vermelho, verde ou azul) entre as lentes e o sensor CCD. Após as três passagens completas, as três imagens filtradas se reúnem e formam uma única imagem com todas as cores. A maioria dos scanners atuais usa o método de passagem única.

A maioria dos scanners de mesa tem uma resolução física de pelo menos 300×300 pontos por polegada (dpi). Um scanner com resolução de 600×300 dpi tem um CCD com 5.100 sensores em cada linha horizontal. A nitidez vai depender, principalmente, da qualidade ótica da lente e do brilho da fonte de luz. Quanto maior o brilho da fonte de luz e maior a qualidade da lente, melhor ficará a imagem digitalizada.

Não basta digitalizar um documento, deve-de tranferí-lo para o computador e existem  4 formas de fazer isso através das conexões: Paralela, SCSI, USB e FireWire.

A paralela consiste em conectar o scanner ao computador por meio de uma porta paralela, como o nome diz. Esse é o método de transferência mais lento. Também temos o Small Computer System Interface (SCSI) que requer uma conexão SCSI especial. A maioria dos scanners SCSI já vem com uma placa SCSI para ser inserida no computador e conectar o scanner, mas você também pode usar um controlador SCSI padrão. Já o Universal Serial Bus (USB) transferem as imagens com velocidade, são mais fáceis de manusear e o preço é acessível. Por fim, o FireWire que geralmente é encontrado em scanners mais avançados. As conexões FireWire são mais rápidas que as USB e SCSI e é ideal para digitalizar imagens de alta resolução.

Já comprou a sua?

O scanner de reprodução de imagens de documentos WorkForce Pro GT-S55 proporciona um valor surpreendente com sua confiabilidade notável, desempenho poderoso e recursos fáceis de usar. Com um ciclo de trabalho diário de até 2000 folhas, mais um alimentador para 75 páginas, ele está pronto para enfrentar qualquer tarefa em ambientes de escritórios atarefados. Digitaliza tudo, de cartões de visita a carteiras de identidade rígidas e documentos de até 21,59 cm x 91,44 cm. (8,5″x36″).

Você pode encontrá-lo nas seguintes lojas:

– Kalunga: http://goo.gl/ryYVSO

– Office Total Shop: http://goo.gl/CYGRwa

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *