Saiba qual a gramatura ideal do papel para sua impressão

As atuais impressoras e multifuncionais são capazes de imprimir com excelente qualidade de cor imagem os mais diversos tipos de material, desde documentos quanto folders e cartões profissionais. Mas para obter o resultado perfeito, deve-se prestar atenção também na gramatura do papel, pois um papel inadequado para seu projeto gráfico resulta em um resultado final fraco e sem aproveitar todo o potencial da impressora. Veja aqui as diferenças entre as principais gramaturas dos papéis disponíveis no mercado:

75g: O tipo de papel mais comum, é recomendado para uso interno ou notas fiscais, avaliações, pedidos e outros documentos simples.

90g: Gramatura mais recomendada para papel timbrado, teses, propostas comerciais, contratos, e outras situações onde há uma maior preocupação com a apresentação.

115g: Utilizado para panfletos e flyers mais simples, com impressão frente e verso, porém sem dobrar.

150g: Para folders dobráveis essa gramatura é a melhor recomendada para um melhor resultado final. É a mesma gramatura utilizada em revistas e encartes de CDs e DVDs.

250g a 300g: Papel mais pesado, é o modelo correto para cartões de visitas e tags profissionais.

Além disso, também fique atento ao acabamento do papel (fosco ou brilhante) e verifique se o modelo é recomendado para jato de tinta ou impressão a laser.

 

(Fonte: ImpressorAjato.com)

Produção de celulose cresce 5,3% no Brasil entre janeiro e maio de 2017

A Ibá (Indústria Brasileira de Árvores) apresentou recentemente os dados sobre a produção e balança comercial do setor de celulose, referentes ao período entre janeiro e maio de 2017. No geral, o setor manteve suas vendas estáveis no mercado doméstico em comparação ao mesmo período de 2016, não sendo abalado pela crise financeira que ocorreu no país. Além disso, houve um crescimento de 5,3% na produção de celulose e expansão de 4,7% nas exportações, levando o setor a um cenário de otimismo para os próximos meses.

A demanda por celulose brasileira manteve-se em alta no mercado internacional, sendo a China o principal destino de importação, representando mais de 43% do total exportado, gerando uma receita de US$ 1 bilhão nesse período de janeiro a maio de 2017 (aumento de 27,7% em comparação a 2016). No total, em 2017, 5,5 milhões de toneladas de celulose foram exportadas no mundo todo.

O relatório da Ibá também apresentou dados sobre a produção e comércio de papel, com o segmento de papel cartão e embalagens passando por maiores dificuldades, principalmente devido à concorrência com o mercado externo. A produção de papel cartão, por exemplo, sofreu queda de 2,2%, enquanto a importação do material cresceu em 6,3%. Por outro lado a produção de papel tissue, utilizados em papel higiênico e papel toalha, expandiu sua exportação em 55,6% em 2017, sendo o mercado mais promissor.

Já os papéis para escrita e impressão, os modelos mais comuns, também conseguiram aumentar suas exportações em 6,8%, porém enfrenta queda nas vendas domésticas (-5,9%), e aumento das importações (15,6%). Esses dados podem significar novas tendências para o setor, já que o consumo de papel para impressão deve manter-se estável a médio prazo, como explica Anderson Martins, da ImpressorAjato.com , “Ainda há grande consumo de papel para impressão, principalmente em empresas e no segmento de educação. Mas, ao mesmo tempo, há um aumento na aquisição de multifuncionais e scanners para digitalizar todos os documentos, reduzindo a quantidade de papel no local. Com isso o setor tira um pouco o foco desse tipo de papel, e aumenta produção dos modelos mais lucrativos, como o tissue, liberando espaço para o A4 vindo da Ásia”.

O saldo da balança comercial do setor brasileiro de árvores plantadas atingiu US$ 2,9 bilhões no período de janeiro a maio de 2017, alta de 4,9% em comparação a 2016. No acumulado do ano, o setor registrou um total de exportações de US$ 3,3 bilhões, 3,2% acima do registrado em 2016. Já as vendas externas de celulose alcançaram US$ 2,4 bilhões (+4,1%), as de papel US$ 767 milhões (-2,0%) e as de painéis de madeira US$ 113 milhões (+25,6%).

O que é Papel Imune?

Papel imune é o nome atribuído ao papel adquirido com imunidade tributária, para uso exclusivo na impressão de livros, jornais, revistas e periódicos, permitindo que tais publicações sejam realizadas por menor custo final.

Para que seja possível adquirir o papel sem a cobrança de tributos, é necessário atender certos requisitos exigidos pela Receita Federal, como ser destinado a uma publicação com conteúdo informativo ou cultural, não sendo permitido conter matéria exclusivamente de propaganda (ainda assim, é possível utilizar o papel imune para impressos publicitários encartados em jornal ou periódico).

Todas as empresas relacionadas com a impressão de publicações, desde a editoras e gráficas, até distribuidores e importadores, devem estar devidamente inscritos no Registro Especial para Papel Imune, da Receita Federal. A não inscrição da empresa implica em multa de R$100,00 a R$5000,00, além de configurar crime contra a ordem tributária.

Visando assegurar a garantia constitucional e evitar a sonegação, além de facilitar o controle de sua utilização, a BRACELPA (Associação Brasileira de Celulose e Papel), com apoio da ABIGRAF (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), a CBL (Câmara Brasileira do Livro), a ABRELIVROS (Associação Brasileira de Editores de Livros) e a ANDIPA (Associação Nacional dos Distribuidores de Papel) criou um selo institucional que identifica os papéis imunes.

Conheça os diferentes formatos de papel

Tão importante quanto saber os tipos de papéis existentes, os formatos também devem receber atenção especial, isso porque as máquinas gráficas trabalham com os mais variados formatos e consequentemente os fabricantes e fornecedores de papel comercializam os mesmos também através desses formatos pré-existentes.

Hoje, alguns formatos especiais são utilizados com frequência objetivando um melhor aproveitamento do papel, mas, mais uma vez são esses formatos pré-exitentes que “comandam” o mercado.

O principal formato é o “DIN”. Este é um formato de papel padrão e utilizado como referência no mundo todo.

Calcular o tamanho de um tamanho de papel no formato DIN é muito fácil. Basta você saber que o maior tamanho para esse formato é o 841 x 1189 mm mais conhecido como A0. Para cada sub-formato basta dividir o lado maior do formato anterior por 2, assim:

A0 = 841 x 1189 (lado maior de A0) mm;
A1 = 841 x 1189/2, ou seja, 594 mm;
A1 = 841 (lado maior de A1) x 594 mm.

A2 = 841/2 x 594 mm;
A2 = 420 x 594 (lado maior de A2) mm.

A3 = 420 x 594/2 mm;
A3 = 420 (lado maior de A3) x 297 mm.

A4 = 420/2 x 297 mm;
A4 = 210 x 297 mm. (Olha aqui o tão famoso A4 vendido nas papelarias.)

E assim por diante.

Outros dois formatos muito utilizados especialmente no Brasil, são o formato AA e o formato BB, especialmente o BB 66×96 que é o formato de papel mais comercializado hoje no mercado gráfico.

Formato DIN
A0 – 841 x 1189 mm
A1 – 594 x 841 mm
A2 – 420 x 594 mm
A3 – 297 x 420 mm
A4 – 210 x 297 mm
A5 – 148 x 210 mm
A6 – 105 x 148 mm
A7 – 74 x 105 mm
A8 – 52 x 74 mm
A9 – 37 x 52 mm
A10 – 26 x 37 mm
A11 – 18 x 26 mm
A12 – 13 x 18 mm

Formato AA
AA – 76 x 112 cm
A – 56 x 76 cm
½ A – 38 x 56 cm
¼ A – 28 x 38 cm
1/8 A – 19 x 28 cm
1/16 A – 14 x 19 cm
1/32 A – 9 x 14 cm

Formato BB
BB – 66 x 96 cm
B – 48 x 66 cm
½ B – 33 x 48 cm
¼ B – 24 x 33 cm
1/8 B – 16 x 24 cm
1/16 B – 12 x 16 cm
1/32 B – 8 x 12 cm

Qual a resolução ideal para a sua impressão?

DPI (dots per inch, pontos por polegadas) é a medida utilizada pelos fabricantes de impressora para determinar a resolução da imagem impressa. Normalmente máquinas para uso residencial possuem menor resolução máxima, enquanto as impressoras fotográficas têm um elevado valor de dpi. Veja quais são as resoluções mais utilizadas.

150 dpi – É a resolução utilizada em muitos jornais, por exemplo. É uma resolução indicada para documentos de texto, preferencialmente para uso interno. Não é recomendado para imagem.

300 dpi – Resolução de melhor qualidade para documentos de texto. Imagens ficam com melhor qualidade, porém para material publicitário (folders, cartões, apresentações) uma resolução superior é melhor recomendada.

600 dpi – Alta qualidade de imagem. Impressoras com essa resolução são capazes de imprimir imagens com boa nitidez e cores fortes.

1200 dpi – Resolução fotográfica com maior realismo de cores. Utilização por profissionais do setor gráfico.

Acima de 1200 dpi – Alto realismo de cor, definição e nitidez. Resolução indicadas para fotógrafos profissionais.

Entenda o que é a gramatura do papel

A gramatura (g/m² – gramas por metro quadrado) do papel é a medida usada para identificar a qualidade do papel e ajuda na hora de escolher o tipo de papel para fazer um determinado trabalho. Quanto maior o número g/m², mais pesado e espesso é o papel.

Veja algumas medidas utilizadas:

De 90g a 115g: é a medida do papel utilizada normalmente em escritórios ou em casa.

115g: utilizada em cartazes, panfletos e folhetos de baixo custo.

150g: encontrado em panfletos e folhetos mais resistentes e folders e flyers.

De 250g a 300g: gramatura aplicada em cartões.

De 35g a 55g: gramatura mais fina, comum em jornais.

Saiba mais sobre tipos de papéis

Papel Offset:
Tem um acabamento liso e é usado para impressões em larga escala e custo baixo. É indicado para papel timbrado e bloco de notas.
Papel Reciclato:
É o papel offset reciclado. Possui uma cor parda, aspecto diferente e mais resistência em relação aos outros tipos de papéis. Indicado para papel timbrado e bloco de notas, segue o conceito sustentável.
Papel Couché Brilho:
É mais liso e uniforme para receber a tinta, destacando imagens e cores. Indicado para interior e capas de catálogos, flyer e cartões de visita.
Papel Couché Fosco:
Deixa a cor mais pura, absorvendo mais luz e enriquecendo o trabalho. Indicado para folder, cartaz, flyer e cartão.

Como usar o cartucho recarregável

Primeiro veja se a sua impressora aceita cartuchos recarregáveis. Caso aceite, escolha sempre produtos originais e de alta qualidade para não danificar a máquina.

As tintas precisam ser originais para garantir um bom funcionamento da impressora, sem estragos imediatos ou futuros.

Faça recargas apenas se a tinta terminar. Evite recarregar pela metade, você pode ter usado uma tinta e depois trocar a marca, isso pode prejudicar o cartucho.

Algumas tintas são mais práticas para aplicar por possuírem o bico dosador. As tintas que não possuem, utilize uma seringa plástica descartável e realize o procedimento.

Respeite sempre o nível de recarga, assim você evita vazamentos e problemas com a impressora.

Jamais insira outro tipo de tinta que não seja especial para recargas. O prejuízo em seu equipamento será irreversível.

Caso você tenha dúvidas para fazer a recarga, procure uma loja especializada para não correr riscos.

Reprodução de cores em impressoras digitais

Claudia McCue, em seu livro sobre produção gráfica afirma que o olho humano pode captar uma enorme quantidade de cores, maior que qualquer monitor de computador.

As imagens que são mais intensas na tela do computador quando impressas ficam apagadas e sem vida. Isso ocorre pelas limitações de espectro de cores produzidas por tintas.

É preciso fazer escolhas de cores pensando em como elas serão reproduzidas. Designers que desenvolvem comunicação visual para web sites devem prever a utilização ou não desses trabalhos em outros meios sem ser eletrônicos. Em folders e
banners a cor é reproduzida graficamente diferente de sites.

O cliente que não entende a diferença das cores vistas na tela e impressas precisa ser alertado e se informar, avaliando as possibilidades de reprodução de cor nos processos gráficos.

Veja como a laminação pode dar um toque especial aos impressos

A laminação é um acabamento dado aplicados a produtos de papel uma gramatura maior. Geralmente utilizado em postais, flyers e cartões de visita. No processo de laminação o papel recebe uma aplicação de filme plástico usando-se uma mistura de cola e calor. Essa película plástica não deve ser retirada após a aplicação.

 

Este método tem uma vantagem que consiste no aumento da durabilidade do impresso e um melhor acabamento e realce das cores e pode ser feito em ambas as faces. Uma desvantagem é que pode ocasionar uma curva no papel, devido as diferenças térmicas do plástico e o papel.